terça-feira, 23 de março de 2010

Nossa luta continua

Isso já sabemos...Que vivemos em uma sociedade desproporcional e injusta.
Entendo que para acabar com a disparidade social não depende única e exclusivamente dos órgãos governamentais e que não podemos mais ficar como meros espectadores.
Alguns pequenos gestos, algumas ações, determinadas iniciativas são tão poderosas e capazes de mudar o futuro de uma pessoa, de uma família, de uma comunidade e até mesmo de um país.
É urgente e imperativo que tenhamos ciência disto e que façamos algo. Começando por eliminar de nossa vida a inércia e o desculpismo.
No degrau evolutivo em que nos encontramos já não podemos mais dizer “não posso fazer nada”.
Geralmente, o que afeta diretamente uma pessoa não é objeto de interesse da grande maioria, mas, vivemos em sociedade, em grupos sociais, fazendo de cada um de nós responsáveis pelo bem estar social, exigindo atitudes pelo bem de todos, indistintamente.
Chega de omissões.
Está se tornando insuportável ouvir que a culpa é do governo e que não podemos fazer nada.
Insuportável também ficar ouvindo críticas e ver que se espera muito dos outros sem dar o primeiro passo, sem ações que revertam a situação.
Mas, vale lembrar, tem muita gente disposta a fazer o bem sem olhar a quem.
Muitas ações sociais estão aí e trazem imensos benefícios às comunidades.
Vamos arregaçar as mangas? Vamos agir também?
Não há o que pague ver o sorriso de uma criança, a esperança de um desempregado, o afeto de um idoso, a alegria dos cidadãos, os gestos carinhosos dos mais necessitados, dos mais carentes, que são assistidos e amparados.
Acredito que, com empenho, dedicação e força de vontade, amanhã nossa sociedade será única, sem desigualdade e injustiça sociais.
Nossa luta continua.
Muita paz!

quarta-feira, 17 de março de 2010

Debaixo da escada da sala

Ah, dona Sonia, não sei mexer nesse troço, não! Assim se justificava a Josi, auxiliar doméstica, em meu primeiros tempos de casada, nos idos de 1977.
Josicleide, ou simplesmente Josi, como gostava de ser chamada, era uma destas pessoas muito simples, vinda do nordeste do Brasil para São Paulo, tentar uma vida melhor, com trabalho honesto. Sem instrução escolar alguma e já com idade madura, obviamente se prestou aos serviços domésticos, função que desempenhava muito bem, pois era limpa e organizada.
Mas, quando o assunto era telefone, ela entrava em pânico. Tinha medo de chegar perto do aparelho. Chegava até a chorar, caso eu insistisse para ela atender.
Naquela época eu ainda lecionava e tinha de sair em determinados horários, deixando Josi em casa, trabalhando solícita.
Josi, se o telefone tocar, atenda, por favor e anote os recados.
Deus me livre, dona Sonia, desconjuro, valha-me Deus.
Deixe disso, Josi. Você precisa vencer este medo e aprender a atender ao telefone. Você verá como sua vida vai mudar. Encurtam-se distâncias com ele. Ficamos pertinho das pessoas, mesmo quando elas estão bem longe.
Com muita insistência de minha parte e com muita paciência, fui demovendo este bloqueio de Josi. Após alguns meses, ela, até, atendia quando o aparelho tocava...ficava ouvindo, sem nada dizer. Só balançava a cabeça, concordando ou discordando, como se estivesse conversando pessoalmente.
Eu insistia para ela falar, pois a outra pessoa não a estava vendo.
Josi, diga alo....diga de onde está falando...
Como é que faz, dona Sonia?
O telefone toca, você atende e diz alo. A pessoa do outro lado, provavelmente, dirá alo e perguntará de onde fala. Então você responde que é daqui de casa. Tem que falar de onde está falando, entendeu? Entendi.
Neste instante, o telefone toca.
Atenda, Josi. Sim, senhora.
Alo. Alo. De onde falam?
E, Josi, corajosamente responde: Debaixo da escada da sala.
O telefone ficava sobre a mesinha console, bem debaixo da escada da sala de estar e ela não se fez de rogada...respondeu com exatidão.
Depois de muito rir, fui em seu auxílio e atendi ao telefone.
Claro que, depois, lhe expliquei a forma correta de atender.
Realmente, a vida de Josi mudou. E a minha também, com a conta de telefone bem gorda, pelas muitas ligações que Josi passou a fazer para seus familiares.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Mais um dia


Mais um dia começa e ele é todo nosso.
Que alegria acordar e perceber vida. Ver a luz do dia, sentir os aromas, respirar...
Vida é benção, realmente. Agradeço a Deus, pela dádiva da vida.
Que bom! Mais uma manhã, mesmo depois de tantas etapas difíceis, mas, vencidas. Mais um dia que podemos trabalhar, cumprir etapas, vencer desafios.
Entre um afazer e outro, respirar e sentir vida....sentir nosso corpo, nossos órgãos...vida correndo em nós.
A vida é bela e Deus nos presentou com muitos momentos maravilhosos e com muitos recursos. Nossa inteligência, nossa capacidade de comunicação já são indícios de nosso privilégio, faltando-nos, talvez, um pouco mais de determinação e iniciativa para que nosso rumo se acerte.
Somos felizes.
Feliz vida para todos! Muita paz!

quarta-feira, 3 de março de 2010

Palavras

Duas mulheres juntas jamais ficarão sem assunto, seja onde for.
Mulheres são muito mais prolixas. Ricas, eu diria, em vocabulário.
Já os homens são mais lacônicos. E, ainda, reclamam das mulheres. Nos chamam de faladeiras. Pode isso? Quanta insensibilidade!
Miguel, por exemplo, fica indignado quando nossa manicure vai lá em casa. Enquanto o trabalho se desenrola não paramos de falar.
Ao longe, ele fica nos imitando, fazendo alguns ruídos, parecidos com os de alguns pássaros.
Nem sofro!
Penso que, na verdade, ele morre de curiosidade sobre o que estamos falando. E, também, por não ter tanto assunto quanto nós.
Aliás, homens só sabem falar sobre futebol ou sobre mulheres. Muito restrito, não é mesmo?!
Numa festa, por exemplo, um grupo de mulheres consegue conversar sobre filhos-marido-casa-compras-moda-regime-médico-receitas-cabeleireiro-fofoca-filmes-mãe-viagem-empregada-cachorro-educação-academia-trânsito-segurança-medos-sonhos-problemas-confissões-desejos, com todos os detalhes.
Numa fila de banco, podemos fazer amizade com todos os que estiverem na fila também. Na sala de espera do consultório do ginecologista podemos fazer diversas amigas, com assuntos variadíssimos, como prática sexual na gravidez, os perigos da depressão pós-parto, dicas de amamentação, dietas para recuperar o antigo peso, como administrar as dores de barriga do recém nascido e reconhecer cada tipo de choro, receitas de papinhas, telefones de emergência, tipos de anticonceptivos, endereços de lojas de roupas especializadas, etc.
Agora, imaginem dois homens na antessala do urologista, aguardando para fazer exame de próstata?
Podemos desfilar o novo corte de cabelo, após ficarmos horas no salão, em frente ao marido esperando um elogio para ouvir o resmungo: ficou bom. Ao contrário dos detalhes que daríamos, após eles voltarem do barbeiro: poderia ter aparado mais aqui ou ali; você deixou costeletas? Qual xampu usou?; tingiu o bigode?; está cheio de cabelinhos pela roupa toda; etc.
Mas, a verdade, quero crer, os monossílabos masculinos só podem ter origem no dialeto tupiniquim.
Chiu, quando está assistindo ao futebol. Chiu quer dizer choro. Creio que eles querem dizer para chorarmos, até acabar o jogo, né?! Na cama, mal começa a dizer queri...e já está roncando. Quis dizer dormir, em tupi guarani.
Domingão, pela manhã, ele acorda e diz Embu. Rapidinho arrumamos tudo para passarmos um dia na cidade das artes. Ele nem entende. Embu, quer dizer relaxar, ficar deitado, tranquilo. Reclamamos e eles dizem “OK”, reafirmando o seu desejo de ficarem em casa, tradução literal de oca.
Tem sido assim e assim será, para todo o sempre. Será?
Penso que sou eu quem está lacônica, hoje. Sorry!


PS: Ainda estou arrumando minha oca. Muita correria.
Muita paz! Beijossssss

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

lembranças

Mexe aqui, remexe ali, separa, embrulha, embala, empacota...Entre um espirro e outro, providencio para que tudo se ajeite a fim de eu poder levar tudo para minha nova casa.
Pego a grande caixa com tampa azul, guardada bem no alto do armário, contendo muitas fotos. Imagens coloridas que, aos poucos, formavam um filme em minha mente.
Aquela menina miúda...aquele homem alto...aquela mulher de rosto brando....quem eram?
O da direita....aquele ao centro....aquela, escondidinha logo atrás...
A noiva, menina, de branco, caminhando pelo imenso corredor da igreja...alegre e cheia de esperança, carregada de sonhos, conduzida pelas mãos firmes de seu amado pai, misturando-se com a imagem da pequena garota que recebia o sacramento da comunhão...
O bebê ao meu colo...as caras e bocas dos irmãos queridos, que o tempo tratou de apagar...
Os parentes....os amigos da infância distante e os dos tempos de agora...
Os colegas da escola amada e das empreitadas de trabalho...
Os irmãos do caminho, necessitados ou não, da casa fraterna querida...
Os mestres...os alunos...
As viagens...os caminhos percorridos...a vida mostrada pela lente da câmera fotográfica...
Cada rosto, cada cena, formava e contava a história de minha vida...Lágrimas misturavam-se com gargalhadas sonoras, enquanto as mãos tratavam de guardar com carinho o arsenal de lembranças.
Assim, embalada pelas doces recordações, algumas delas solidificadas por lições amargas, guardei as fotografias com cuidado para que possam ser colocadas em minha nova casa.
Logo estarei lá.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Em Fevereiro...

Muitas situações difíceis pudemos ver, através da televisão, dos jornais, da internet, etc, neste início de ano.
A natureza responde, severamente, ao que a humanidade vem fazendo com ela. É hora da resposta. É hora do ajuste de contas.
Lamentável, mas, compreensível. Porém, é bem doloroso ver tanta desgraça, tanta necessidade.
2010 veio com a oportunidade do repensar, para todos, indistintamente. O caos não escolheu classe social. Todos fomos atingidos. Por todos os cantos do planeta e, em especial, aqui no Brasil, acompanhamos, desolados, o desenrolar do caos. Pudemos ver cenas cruéis. Realmente, há que se fazer algo. Todos nós. Cada um a sua parte e sem demora. Fazemos ou fazemos. São as opções que a humanidade tem.
Bem...A vida segue...
Sabem? Andaram mexendo no meu queijo.
Mudanças acontecem e temos de nos adaptar a elas.
Preciso correr atrás de outros queijos. E, preciso me adaptar às mudanças.
Falando em mudanças, depois de tantos meses de luta, finalmente estou de malas prontas para mudar de casa, de cidade, de ares...Litoral, aí vou eu! Yu huuuuuuu!
Peço a todos vocês, meus queridos amigos leitores, perdoarem-me pela ausência demorada nos blogues. Voltarei com as visitas, bem rapidinho, assim que as coisas estiverem em ordem.
Espero vê-los, em breve.
Rapidamente tenho ido aos blogues amigos, fazendo as leituras, mas, nem sempre, escrevendo comentários. Prometo atualizar-me.
Desejo a todos muita saúde e prosperidade.
Muita paz! Beijossssssss

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Chegou 2010

Depois de ler tantas mensagens de Natal e de Ano Novo e depois de pensar muito sobre tudo o que li, decidi. Vou ser feliz.
Resolvi gostar mais de mim e me respeitar mais. Sem deixar de ser o que tenho sido, mas, simplesmente, melhorar, aprimorar.
Tenho dito, tantas vezes, que somos diferentes e que temos de respeitar as diferenças. Porém, algumas vezes, me pego em flagrante com pensamentos contraditórios a isto tudo.
Sei o quanto é importante construir a unidade e vejo-me no dever de dar o primeiro passo.
Viver é fácil, mas, conviver é o grande desafio. Então, temos de nos munir de muito altruísmo e buscar a harmonia entre os que convivem conosco para melhorar, ainda mais, enriquecendo o produto final que nossa própria vida.
Devemos estabelecer metas, mas, primeiro tem que se definir o que é realmente bom para nós para que possamos ir ao encontro deste ideal maior que é a felicidade.
Vendo tanta tragédia, nestes primeiros dias de 2010, penso que precisamos de pouco para sermos felizes.
Quase sempre reclamamos do que temos e do que somos. Reclamamos do ambiente de trabalho, aspiramos salários melhores quando muitos só queriam ter um salário mínimo que fosse. Reclamamos da comida, da mesmice nos almoços e nos jantares quando muitos só queriam ter ao menos um pedaço de pão.
Reclamamos de nosso corpo que está magro ou gordo demais, de nossos olhos que não são da cor que desejaríamos, da voz que queríamos fosse mais afinada quando muitos só queriam poder enxergar ou poder falar. Reclamamos do barulho do vizinho ou da rua, exigindo silêncio para lermos, para estudarmos, para ouvirmos nossa canção quando muitos só queriam poder escutar o mínimo ruído que fosse. Reclamamos de subir as escadas ou caminhar muito até o trabalho, até a escola ou para qualquer outro lugar quando muitos só queriam ter pés. Reclamamos de nossos pais que queríamos fossem mais cultos, mais antenados e esclarecidos, ou dos filhos que não nos entendem e nos desobedecem, ou de sogras, genros, cunhados e tantos outros quando muitos só queriam poder ter uma família para abraçar, um lar para voltar...
Somos abençoados por estarmos na Terra e por tudo o que temos. Por podermos enxergar, falar, andar, respirar, trabalhar, ouvir e temos muito para agradecer.
A vida é uma dádiva divina. Cuidemos dela sabiamente.
Eu vou cuidar da minha e vou buscar a felicidade.
Feliz 2010! Feliz vida!
Muita paz!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

De repente é Natal

De repente é Natal. Dezembro.
Natal, para mim, acontece durante o ano todo, sempre que nos confraternizamos, sempre que há amizade, troca de coisas boas...Sempre que acontece solidariedade, fraternidade...Aí, sim é Natal.
Mal deu tempo para tomarmos fôlego por conta das agruras da vida, por conta de tudo o que ocorreu durante o ano, pelo trabalho intenso, pela luta diária para mantermos a casa, a família, o trabalho. Nossa! Que sufoco!
De repente, chega o final do ano.
As pessoas voltam sua atenção para as festas de fim de ano. O Natal é uma data muito significativa na vida das pessoas, dos cristãos.
Aqui, no Brasil, onde há miscigenação intensa de raças, de culturas, de tradições, até os que não são cristãos acabam inserindo a festa de Natal em seus lares, absorvendo a tradição geral de nosso país.
Então é Natal!
Cresce em nós a vontade de dizer isto para aqueles que amamos. Desejar-lhes tudo de bom. Enviar cartões e mensagens. Telefonar ou enviar e-mails com mensagens natalinas. Aumenta a saudade daqueles entes queridos que já retornaram à espiritualidade. Fica uma vontade gigante de ouvir-lhes a voz, de ver seu olhar, de sentir sua pele num longo abraço.
Voltamos o olhar para a realidade para vermos o sorriso nos rostos delicados das crianças e na expressão de vida dos mais idosos.
Sentimos a esperança renascer. Refazemos planos e confiamos que tudo será melhor.
Isto tudo nos alegra e nos dá ânimo novo para continuarmos a viver. Para fazermos do Ano Novo um ano sempre novo, cheio de trabalho e de recompensas. Assim, faremos de cada dia de nossas vidas um Natal especial.
Enfim, a todos os amigos, blogueiros ou não, a todos os que vieram neste humilde espaço virtual, que leram os meus textos, que deixaram seu comentário, aos que expressaram suas opiniões através de e-mails, a todos, enfim, que de uma maneira ou de outra estiveram comigo neste 2009, desejo um Natal alegre, cheio de mansuetude e pacificação e um Ano Novo próspero e feliz.
Muita paz! Beijosssssss

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Meu filho no concurso




Olá, amigos!
Meu filho está participando de um concurso de publicidade. Está concorrendo com seis trabalhos.
O prêmio, R$ 5 mil reais, um verdadeiro estímulo para os jvens publicitários.
Peço a todos, acessarem o site e votarem nos trabalhos dele, por favor.
Para votar é preciso se cadastrar no site http://www.imprimaseuestilo.com.br/ na aba "ainda não tem cadastro?
Você receberá um e-mail de confirmação. Basta acessar o link e fazer o login. Depois, clicar na aba VOTE. Abrirá a página com as obras.
Para votar é só clicar nas 5 estrelas que tem abaixo de cada peça!
Podem votar em quantas obras quiser. Meu filhão tem seis obras e podem votar em todas.
Uh huuuuuu! Ele está como Vicente82, ok?!
Desde já, agradeço imensamente pela força.
Se ele ganhar, faremos um churrasco em comemoração e todos estão convidados, ok?!
Valeu, amigos!
Muita paz a todos. Beijossssssssss

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Relacionamento

Bacana quando se abre oportunidade para curtir bons momentos a dois. Fazer programas interessantes, divertidos, descontraídos e que ambos gostem é muito bom. E, se pintar o clima para o sexo, deixar rolar, claro.
Digo isto porque, outro dia, entre colegas da empresa, surgiu o assunto e uma delas estava bastante chateada com a sua situação conjugal. Dizia ela que precisava aquecer o relacionamento.
Difícil, Sim, porque, para estas coisas, não existem fórmulas mágicas e estas questões costumam incomodar muita gente, em especial quem vive relacionamentos mais longos.
Mas, podemos dar asas à imaginação, porém, entendo que cada pessoa precisa descobrir o caminho e investigar como anda sua própria vida. Quem está ao nosso lado também precisa de tudo isto.
Agenda lotada, compromissos de trabalho, família, cobranças, cansaço acabam deixando o lazer e o prazer cada vez mais reduzidos. Hora de abrir espaço, não é mesmo?!
Vontade de fazer sexo não funciona muito bem com hora marcada e obrigações. Tem que ser assim; tem que ser assado; tem de ser domingo; tem de ser de manhã; tem de ser isso; tem de ser aquilo...Assim não dá!
O encontro sexual envolve muito mais do que a prática do sexo. Principalmente para os mais maduros. Precisamos do “clima”, dentro ou fora da cama. Precisamos de erotismo, sem atitudes que pareçam ridículas. Precisamos de carinho, mas sem a conotação de carência. Precisamos de verdades, sem cobranças, sem mágoas, sem ressentimentos. Precisamos de paz, sem apelar por guerras antigas. Precisamos olhar para a relação como um todo, aparar arestas e sem previsões funestas.
Não podemos exigir do outro o que ele não pode dar, mas, podemos exemplificar para podermos ensinar, sem ferir.
Quanto às fantasias...bem, isso é com cada um, pois cada um sabe o que lhe deixa mais confortável e até onde vai seu limite.
No mais, vamos curtir e nos divertir, com muito amor e paz.